A frequência é definida pelo cardiologista, caso a caso. Ela depende da idade, dos fatores de risco, do histórico familiar e do resultado da avaliação anterior. Quem tem exames normais e nenhum fator de risco tende a ter um intervalo diferente de quem está ajustando o tratamento da pressão ou do diabetes. Quem já tem uma doença cardiovascular diagnosticada faz acompanhamento, na frequência que o tratamento exige. Ao final de cada avaliação, pergunte ao seu médico quando voltar e o que será reavaliado.