
Check-up cardiológico: o que é, quais exames envolve e como funciona a avaliação
O check-up cardiológico é uma avaliação preventiva do coração e dos vasos sanguíneos. Ele começa com uma consulta com o cardiologista e, a partir dela, reúne os exames que fazem sentido para o seu histórico. Não existe um pacote único que sirva para todo mundo, e entender isso é o primeiro passo para aproveitar bem a avaliação.
Neste artigo, explico como o check-up funciona na prática, quais exames podem fazer parte dele, o que cada um mostra e por que a frequência de repetição é uma decisão tomada no consultório, caso a caso. As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte nas Américas, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde, e boa parte dos fatores de risco não dá sinal antes de causar dano. É por isso que a avaliação preventiva existe.
O que é o check-up cardiológico
O check-up cardiológico é um conjunto de avaliações que busca identificar, antes que causem sintomas, alterações no coração e na circulação, além dos fatores que aumentam o risco de desenvolvê-las. Ele junta três camadas: a conversa com o médico sobre histórico, hábitos e antecedentes da família; o exame físico; e, quando indicados, os exames complementares.
Na prática, o check-up responde a duas perguntas. A primeira: existe hoje alguma alteração que precise de acompanhamento? A segunda: qual é o risco cardiovascular dessa pessoa nos próximos anos, e o que pode ser feito para reduzi-lo? A segunda costuma ser a mais importante, porque é ela que orienta mudanças de hábito, o controle de pressão, colesterol e glicose e a programação das próximas avaliações.
Vale separar check-up de investigação de sintoma. Quem sente palpitação, cansaço fora do comum ou falta de ar aos esforços não está fazendo um check-up: está investigando uma queixa, e isso muda a ordem dos exames e a urgência. Nos dois casos, a porta de entrada é a mesma, a consulta.
Como funciona: a consulta vem antes dos exames
Um erro comum é tratar o check-up como uma lista de exames para fazer por conta própria e levar ao médico depois. A ordem que funciona é a inversa: primeiro a consulta com o cardiologista, depois os exames que ela indicar. É a consulta que transforma exames em informação útil.
Na primeira parte da avaliação, costumo percorrer alguns pontos: sintomas, mesmo os que parecem banais; doenças já diagnosticadas; remédios em uso; tabagismo; consumo de álcool; atividade física; sono; e o histórico da família, principalmente infarto, AVC ou morte súbita em parentes próximos em idade mais jovem.
No exame físico entram a medida da pressão arterial, a frequência cardíaca, a ausculta do coração e dos pulmões, a palpação dos pulsos, o peso, a altura e a circunferência abdominal. Parece simples, mas uma pressão elevada no consultório ou um sopro na ausculta já muda o rumo da investigação.
Com essas informações, o cardiologista estima o risco cardiovascular com as ferramentas de estratificação recomendadas pela Sociedade Brasileira de Cardiologia e define quais exames acrescentam alguma coisa ao seu caso. Pessoas diferentes saem da mesma consulta com pedidos diferentes, e é assim que deve ser.
Algumas coisas ajudam a aproveitar melhor essa primeira conversa. Leve os exames que você já tem, mesmo os antigos, porque a comparação ao longo do tempo diz muito. Leve também a lista dos remédios em uso, com as doses, e, se você mede a pressão em casa, as anotações das últimas semanas. Vale ainda perguntar aos familiares sobre doenças do coração na família, com a idade em que aconteceram: esse dado costuma pesar bastante na estimativa de risco.
Se você ainda não passou pelo cardiologista, o artigo sobre a primeira consulta com o cardiologista detalha o que costuma acontecer nesse encontro.
Exames laboratoriais que podem ser solicitados
Os exames de sangue fazem parte da maioria dos check-ups, porque revelam fatores de risco que não dão sintoma. Entre os que aparecem com mais frequência nos pedidos estão:
- Perfil lipídico: colesterol total, HDL, LDL e triglicerídeos. O LDL elevado é um dos principais fatores ligados à aterosclerose, o acúmulo de placas de gordura na parede das artérias.
- Glicemia e hemoglobina glicada: identificam diabetes e pré-diabetes, condições que aumentam o risco cardiovascular.
- Função renal: creatinina e, em alguns casos, exame de urina. Rim e coração se influenciam mutuamente, e a função renal também orienta a escolha de medicamentos.
- Outros exames, conforme o caso: hemograma, função da tireoide, eletrólitos e outros que o médico julgar pertinentes.
Nenhum desses valores tem significado isolado. Um colesterol do mesmo valor pode ser aceitável para uma pessoa e pedir tratamento para outra, dependendo do risco global. Por isso a interpretação acontece na consulta de retorno, e não na leitura solitária do laudo.
Na Cardiocor, a coleta de exames laboratoriais é feita na própria clínica, e o prazo de resultado varia conforme o exame, em geral até 7 dias úteis. O jejum, quando necessário, é informado no agendamento.
Eletrocardiograma e ecocardiograma: o que cada um mostra
O eletrocardiograma (ECG) registra a atividade elétrica do coração por alguns segundos, com eletrodos colados no peito, nos braços e nas pernas. É rápido, indolor e mostra o ritmo, a frequência, sinais de sobrecarga das câmaras cardíacas e marcas de problemas antigos, como um infarto que passou despercebido. Por ser simples, é um dos exames mais presentes no check-up.
A limitação do ECG é o tempo: ele registra poucos segundos. Uma arritmia que aparece de vez em quando pode não surgir durante o exame, e é aí que entram os exames de monitorização, tratados mais abaixo.
O ecocardiograma é um ultrassom do coração. Ele mostra o tamanho das câmaras, a espessura das paredes, a força de contração e o funcionamento das válvulas, e o Doppler associado avalia o fluxo de sangue dentro do coração. É o exame que responde a perguntas estruturais: um sopro percebido na ausculta, uma pressão alta de longa data que pode ter espessado o músculo, uma suspeita de insuficiência cardíaca.
Nem todo check-up inclui o ecocardiograma. A decisão depende do exame físico, dos sintomas e do risco estimado. Na Cardiocor, o ecocardiograma é realizado a partir dos 13 anos.
Teste ergométrico, Holter e MAPA: o coração em esforço e ao longo do dia
Alguns problemas só aparecem quando o coração trabalha mais, ou ao longo de um dia comum, e não nos poucos minutos de um exame em repouso. Para isso existem três exames que complementam o eletrocardiograma.
Teste ergométrico. O paciente caminha na esteira com carga progressiva enquanto o ECG e a pressão arterial são monitorados. O exame mostra como o coração responde ao esforço, se surgem sinais de falta de oxigenação do músculo cardíaco e como a pressão se comporta durante a atividade. Costuma ser solicitado quando o médico precisa entender essa resposta ao esforço. O passo a passo está no artigo sobre o teste ergométrico.
Holter 24 horas. Um pequeno gravador registra o ECG durante um dia inteiro de rotina normal. Serve para flagrar arritmias intermitentes e para relacionar palpitações ou tonturas com o que acontece no ritmo cardíaco naquele momento. Veja o que o Holter 24 horas detecta e como é feito.
MAPA 24 horas. Mede a pressão arterial automaticamente em intervalos regulares ao longo de 24 horas, inclusive durante o sono. Ajuda a confirmar ou afastar a hipertensão quando as medidas de consultório não são conclusivas e mostra se a pressão cai como deveria à noite. Os detalhes estão no artigo sobre como funciona o MAPA 24 horas.
Esses exames não fazem parte de todo check-up. Eles entram quando a consulta levanta uma pergunta que só eles respondem.
Doppler de carótidas: a avaliação das artérias do pescoço
As carótidas são as artérias do pescoço que levam sangue ao cérebro. O ecodoppler de carótidas e vertebrais é um ultrassom que mostra a parede dessas artérias e o fluxo dentro delas, identificando placas de aterosclerose e estreitamentos. Placa nas carótidas é um marcador de aterosclerose em outras artérias do corpo e está ligada ao risco de AVC.
O exame não é pedido de forma indiscriminada. Ele costuma entrar na avaliação quando há fatores de risco relevantes, sopro no pescoço ao exame físico ou histórico que justifique a investigação. Para entender como o exame é feito e o que o laudo descreve, leia o artigo sobre o ecodoppler de carótidas. Na Cardiocor, ele é realizado a partir dos 13 anos.
Exames do check-up cardiológico lado a lado
A tabela resume o que cada exame avalia, como é feito e o prazo estimado do laudo na Cardiocor. Ela serve para você entender os pedidos que receber, não para montar o próprio check-up: a composição é definida na consulta.
| Exame | O que avalia | Como é feito | Prazo estimado do laudo |
|---|---|---|---|
| Exames laboratoriais | Colesterol, glicose, função renal e outros marcadores de risco | Coleta de sangue, com ou sem jejum conforme o exame | Em geral, até 7 dias úteis |
| Eletrocardiograma | Ritmo, frequência e atividade elétrica do coração em repouso | Eletrodos no peito, braços e pernas, em poucos minutos | Em geral, até 12 horas (modalidade com laudo) |
| Ecocardiograma com Doppler | Estrutura, força de contração e funcionamento das válvulas | Ultrassom do tórax, com o paciente deitado | Em geral, até 48 horas |
| Teste ergométrico | Resposta do coração e da pressão arterial ao esforço | Caminhada na esteira com carga progressiva e monitorização | Em geral, até 12 horas, podendo sair na hora |
| Holter 24 horas | Ritmo cardíaco ao longo de um dia de rotina | Gravador portátil usado por 24 horas | Em geral, até 3 dias úteis após a retirada |
| MAPA 24 horas | Pressão arterial ao longo de 24 horas, inclusive no sono | Aparelho portátil com braçadeira no braço | Em geral, até 12 horas após a retirada |
| Ecodoppler de carótidas | Placas e fluxo de sangue nas artérias do pescoço | Ultrassom do pescoço, com o paciente deitado | Em geral, até 48 horas |
Os prazos são estimativas e podem variar. Nem todos esses exames entram no mesmo check-up, e alguns podem nem ser necessários no seu caso. É o cardiologista quem define o que pedir, em que ordem e o que fica para uma próxima etapa.
O que o cardiologista considera: histórico e fatores de risco
Dois check-ups nunca são iguais porque os riscos de cada pessoa não são. Na avaliação, pesam principalmente:
- Idade e sexo: o risco cardiovascular aumenta com a idade, e evolui de forma diferente entre homens e mulheres. Na mulher, a menopausa é um marco relevante.
- Pressão arterial: a hipertensão costuma ser silenciosa e está entre os fatores de maior peso para infarto e AVC.
- Colesterol e glicose: a dislipidemia e o diabetes aceleram a formação de placas nas artérias.
- Tabagismo: inclusive o de anos atrás, que também entra no cálculo do risco.
- Peso, circunferência abdominal e sedentarismo.
- Histórico familiar: infarto, AVC ou morte súbita em pais ou irmãos, sobretudo em idade mais jovem.
- Doenças associadas: doença renal crônica, apneia do sono, doenças inflamatórias e outras condições que modificam o risco.
Com esses dados, o médico classifica o risco cardiovascular seguindo as diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Essa classificação define a profundidade da investigação, as metas de pressão e colesterol e o intervalo até a próxima avaliação.
Um ponto que costumo reforçar no consultório: ausência de sintomas não significa ausência de risco. Pressão alta e colesterol elevado podem passar anos sem dar nenhum sinal. É justamente por isso que a avaliação preventiva faz sentido, e é também por isso que ela precisa ser individual.
Por que a frequência do check-up é definida pelo cardiologista
Você vai encontrar muitas recomendações de intervalos fixos para o check-up do coração, e elas nem sempre coincidem entre si. A razão é simples: não existe um intervalo que sirva para todos.
O tempo entre uma avaliação e outra depende do que a anterior encontrou. Uma pessoa jovem, sem fatores de risco e com exames normais tende a ter um intervalo diferente do de alguém com hipertensão em ajuste de tratamento, com diabetes ou com histórico familiar importante. E quem já tem uma doença cardiovascular diagnosticada não faz check-up: faz acompanhamento, na frequência que o tratamento exige.
Também não existe uma lista de exames para repetir sempre. Alguns são refeitos para acompanhar o efeito de um tratamento; outros, se vieram normais, podem não precisar ser repetidos por um bom tempo. Refazer exames sem indicação não aumenta a segurança. Pode gerar achados sem importância clínica, ansiedade e novas investigações desnecessárias.
Por isso, ao final da avaliação, a pergunta certa a fazer ao seu cardiologista é: quando devo voltar e o que vamos reavaliar? A resposta vem do seu caso, e não de um calendário genérico.
Depois dos exames: laudo, retorno e acompanhamento
Com os resultados em mãos, a etapa mais importante do check-up é o retorno ao cardiologista. É nele que os números viram conclusão: o que está bem, o que precisa de ajuste e o que merece acompanhamento mais de perto.
Na Cardiocor, a consulta de cardiologia inclui, na modalidade padrão, um retorno em até 30 dias para a avaliação dos exames solicitados. As condições de cada modalidade são confirmadas no agendamento.
Do retorno podem sair três caminhos: orientações sobre hábitos e uma previsão de reavaliação; ajuste ou início de tratamento de algum fator de risco; ou investigação adicional, com encaminhamento a outro especialista quando necessário.
Guarde os seus laudos. Exames anteriores são a melhor base de comparação, e a evolução de um exame para outro ajuda o médico a perceber mudanças que um resultado isolado não revela.
Como fazer o check-up cardiológico na Cardiocor
Na Cardiocor, a avaliação começa pela consulta de cardiologia, na nossa sede no Centro de Niterói. A maior parte dos exames que costumam compor o check-up é feita na própria clínica (eletrocardiograma, ecocardiograma, teste ergométrico, Holter, MAPA, ecodoppler de carótidas e coleta de exames laboratoriais), o que reduz deslocamentos entre a consulta e o resultado.
Para quem tem dificuldade de locomoção, a consulta e boa parte dos exames também podem ser feitos no atendimento domiciliar, em Niterói, São Gonçalo e Maricá. O teste ergométrico é a exceção, porque depende da esteira e da estrutura da clínica.
O atendimento pode ser particular ou por convênio. Para planos fora da nossa lista ou procedimentos sem cobertura, existe o Reembolso Assistido, em que orientamos a organização da documentação para a solicitação ao plano. As formas de pagamento e os convênios aceitos estão nas perguntas frequentes abaixo.
Perguntas frequentes sobre check-up cardiológico
Não. Dor ou aperto no peito, falta de ar súbita, desmaio, suor frio, fraqueza ou dormência de um lado do corpo e fala enrolada são sinais de emergência. Ligue 192 (SAMU) ou procure o pronto-socorro mais próximo imediatamente. O check-up é uma avaliação preventiva, feita com agendamento, e não substitui o atendimento de urgência.
Cada exame tem um prazo. Na Cardiocor, em geral:
- eletrocardiograma com laudo, até 12 horas;
- MAPA 24 horas, até 12 horas após a retirada do aparelho;
- teste ergométrico, até 12 horas, podendo sair na hora;
- ecocardiograma e ecodoppler de carótidas, até 48 horas;
- Holter 24 horas, até 3 dias úteis após a retirada;
- exames laboratoriais, até 7 dias úteis, conforme o exame.
São estimativas e podem variar. Com os resultados, o retorno ao cardiologista fecha a avaliação.
Depende dos exames solicitados. Alguns exames de sangue pedem jejum; o teste ergométrico pede roupa confortável e tênis; o Holter e o MAPA são feitos durante a rotina normal do dia. Para a consulta, ajuda levar exames anteriores, a lista de remédios em uso e, se você mede a pressão em casa, as anotações recentes. As orientações de preparo de cada exame são informadas pela nossa equipe no agendamento.
A frequência é definida pelo cardiologista, caso a caso. Ela depende da idade, dos fatores de risco, do histórico familiar e do resultado da avaliação anterior. Quem tem exames normais e nenhum fator de risco tende a ter um intervalo diferente de quem está ajustando o tratamento da pressão ou do diabetes. Quem já tem uma doença cardiovascular diagnosticada faz acompanhamento, na frequência que o tratamento exige. Ao final de cada avaliação, pergunte ao seu médico quando voltar e o que será reavaliado.
Não existe uma lista fixa. Os exames de sangue (colesterol, glicose e função renal, entre outros) e o eletrocardiograma aparecem na maioria dos pedidos. Ecocardiograma, teste ergométrico, Holter 24 horas, MAPA 24 horas e ecodoppler de carótidas entram quando a consulta levanta uma pergunta que esses exames respondem. A composição do seu check-up é definida pelo cardiologista a partir do seu histórico, do exame físico e dos seus fatores de risco.
Para a consulta, não. Para os exames, sim: eletrocardiograma, ecocardiograma, teste ergométrico, Holter, MAPA e os demais exames do check-up são solicitados por médico, e o pedido informa o que está sendo investigado. Se você ainda não tem pedido, o caminho é começar pela consulta de cardiologia. Na avaliação, o cardiologista define quais exames fazem sentido para o seu histórico e emite os pedidos.
Sim. Nossa abordagem é cuidar do paciente de forma integral, então quando a avaliação do Dr. Wiler Vasconcellos identifica que você precisa de acompanhamento com outro especialista — como cirurgião vascular, endocrinologista, neurologista, ou outro — orientamos sobre o encaminhamento mais adequado para o seu caso.
Em situações que pedem cuidado imediato, indicamos também o melhor caminho a seguir. Nosso compromisso é que você saia da consulta com clareza sobre os próximos passos do seu cuidado.
Sim, atendemos em domicílio nas regiões de Niterói, São Gonçalo e Maricá. Levamos até você consulta cardiológica e clínica, MAPA 24 horas, Holter 24 horas, Eletrocardiograma, Espirometria, Ecocardiograma com Doppler, Doppler de membros (arterial ou venoso), Doppler de carótidas e vertebrais, e coleta de exames laboratoriais.
Esse atendimento é especialmente útil para pessoas com mobilidade reduzida, idosos em acompanhamento contínuo, e pacientes em pós-operatório que precisam de exames sem se deslocar. Se você está em uma região fora dessas três cidades, fale com a gente — avaliamos a possibilidade caso a caso.
Aceitamos dinheiro, Pix, cartão de débito e cartão de crédito, com possibilidade de parcelamento sem juros conforme o valor do procedimento.
Para quem usa plano de saúde, atendemos diretamente pelos planos Assist, MedSenior, Caberj, Appai e Health Med, no atendimento presencial na nossa sede em Niterói. A cobertura varia de acordo com a operadora, o plano contratado e o procedimento — por isso, confirme com a nossa equipe no momento do agendamento quais exames o seu plano cobre.
Se o seu plano for de outra operadora, ou se o procedimento não tiver cobertura, contamos com o serviço de Reembolso Assistido — nossa equipe te orienta na organização da documentação e na solicitação ao seu plano.
Para saber os valores e as formas de pagamento do procedimento que você precisa fazer, entre em contato com a gente que esclarecemos certinho.
Você pode agendar de duas formas: pelo telefone (21) 3608-8008 ou preenchendo o formulário aqui no site. É só clicar em qualquer botão de agendamento que abrimos um painel lateral para você deixar seus dados — se preferir conversar por WhatsApp, esse é o caminho: nossa equipe entra em contato pelo canal que você escolher.
Referências
- Sociedade Brasileira de Cardiologia. Atualização da Diretriz de Prevenção Cardiovascular da Sociedade Brasileira de Cardiologia – 2019. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 2019;113(4). doi.org/10.5935/abc.20190204
- Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS). Doenças cardiovasculares. paho.org/pt/topicos/doencas-cardiovasculares
- Ministério da Saúde. Hipertensão (pressão alta). gov.br/saude — Hipertensão
- Ministério da Saúde. Infarto. gov.br/saude — Infarto
